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Centro Espírita Seareiros de Jesus |
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INFORMATIVO PEIXINHO VERMELHO: julho/2003 - n° 57 - ano 6 Autora: Sergio Schmidt |
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Parábola dos Talentos Um homem rico partiu para uma viagem e chamando seus servos, deu a um cinco talentos, a outro dois e a outro um talento, segundo a capacidade. O que recebeu cinco talentos trabalhou e ganhou outros cinco, da mesma forma o que recebeu dois ganhou mais dois, mas o que recebeu um talento enterrou o dinheiro do seu senhor. Quando o senhor voltou, chamou os servos para prestação de contas. Os que receberam cinco e dois talentos o senhor lhes disse: bons servos, fostes fiéis no pouco, muito lhes será dado. Mas o que tinha enterrado o talento, disse ao seu senhor: Tive medo de perder o talento, e sabendo como és rigoroso eu o enterrei, toma o que é teu. Mas o senhor disse: Servo mau e infiel, devia Ter dado meu dinheiro aos banqueiros para que trabalhassem e dessem juros. Se no pouco foste infiel, até o que tens lhe será tirado. Os talentos representam os vários dons recebidos. Inteligência, bondade, amor, trabalho e fé. Como era mais capacitado, recebeu mais. Isto é, mais evoluído, trabalhou sem medo, sem nada de preocupações com o futuro, investiu muito na sua capacidade de amar, crescendo no conceito de todos quantos com ele trabalharam. O que recebeu dois talentos, era menos evoluído que o primeiro, mas também não teve receio de perder, confiou na sua capacidade de trabalho, e também dobrou o que recebera. O terceiro, menos capacitado, só recebeu um talento e o enterrou, isto é, somente cuidou da vida material, sem lembrar-se que um dia, teria também de morrer, e prestar contas com seu senhor. Nada fez de positivo nas lides dos sentimentos e virtudes, partiu vazio sem obras de amor, de fé, como disse o apóstolo Paulo: A fé sem obras (virtudes) é morta. Por isso até aquilo que pensava possuir, dinheiro, propriedades, ficou tudo aqui na Terra, ele voltou para a vida espiritual de mãos vazias, e foi jogado nas trevas exteriores, isto é no inferno do remorso e arrependimento, por ter confiado tanto no dinheiro e na vida material, sem confiar no senhor que foi tão bondoso, confiando nele.“Olhai os lírios dos campos” Jesus. |