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Fim
dos Grandes Impérios
A
história bíblica, da súplica de Abrahão ao Senhor para que a cidade de
Sodoma fosse poupada da destruição, se dez homens justos pudessem ser ali
encontrados, a qual diz que a resposta divina foi: "Não a destruirei por
amor aos dez."; demonstra claramente que uma nação sobrevive não por suas
conquistas materiais e, sim, em virtude daqueles homens que são suas obras
primas. Extintos se acham os impérios de nações poderosas, hábeis nas
áreas bélicas, como exemplo: Egito, Babilônia,Grécia e Roma antigos e
outros.
Que as palavras divinas sejam novamente ouvidas neste início do terceiro
milênio, que mal transcorridos os três primeiros anos e o grande império
americano tinge de sangue o solo asiático.
”Os homens costumam entronizar a razão como se tão somente por ela
subsistisse todas as leis do progresso. Entretanto, à luz da fé a nossa
razão é sempre falível. Reconhecemos a propriedade desse acerto quando
observamos a caminhada sinistra dos povos para a ruína e a destruição"
(Francisco Xavier)
Em sua autobiografia Paramahansa Yogananda nos relata que: "Os americanos
poderiam recordar com orgulho o êxito que teve a experiência de ‘não
violência’ de Willian Penn, fundador de uma colônia na Pensilvânia, no
século XVII . Ali não havia fortes nem soldados,nem milícia e nem mesmo
armas. Em meio às selvagens guerras de fronteiras e as carnificinas que
ocorriam com os novos colonos e os índios peles-vermelhas, só os quacres
da Pensilvânia nunca foram molestados, nenhuma mulher quacre foi atacada;
nenhuma criança quacre foi morta, nenhum homem quacre foi torturado.
Quando finalmente os quacres foram obrigados a renunciar ao governo do
Estado, rebentou a guerra e muitos colonos foram assassinados. Mas só três
quacres foram mortos: aqueles que chegaram ao extremo de renegar sua fé,
com o porte de armas defensivas.
A não violência veio para o meio dos homens e viverá; ela é o arauto da
paz mundial. Se for necessário perder uma vida numa batalha justa, deve-se
estar preparado como Jesus, para derramar o próprio sangue, não o dos
outros. No final haverá menos sangue vertido no mundo." (Mahatma Gandhi)
Os milhões de dólares que se evolaram na fumaça das explosões, convertidos
em nada, teriam sido suficientes para construir um novo mundo, livre de
quase todas as enfermidades e completamente livre da pobreza. Não uma
terra de medo, caos, fome, peste, mas uma vasta terra de paz, prosperidade
e conhecimentos cada vez maiores.
"Enquanto os homens tateiam em vão na imensidão do infinito, na busca de
algum contato extra-terrestre, desta mesma imensidão seres nos observam e
nos estudam concluindo que: Os homens ainda se mantêm rebeldes e
incompreensíveis, necessitando a iluminação pelo amor, a fim de que se
afastem do circulo vicioso da destruição na tecnocracia da guerra. Se
devoram uns aos outros, com indiferença monstruosa. Os povos não se afinam
pelo trabalho ou pela cultura, mas pelas poderosas máquinas de mortifício
e de arrasamento. Todos os progressos científicos são patrimônio do
egoísmo utilitário ou elementos sinistros de ruína e de morte.
Considerando-se famintos de violência e de sangue, por isso não podem
entender as vibrações mais elevadas do espírito.
Os vícios de uma falsa cultura casam-se aos vícios das religiões
convencionalistas, que estacionam em exterioridades nocivas, ou se detém
nos fenômenos, sem cogitar das causas profundas, esquecendo-se do templo
divino do seu coração, onde as bênçãos de Deus desejam florir e semear
vida eterna." (Francisco Xavier.)
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